ESTUDO ORIENTADO


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Assunto: ESTUDOS ORIENTADOS (EO)


Prezados pais e alunos,


Como indicado em nosso calendário começamos o 3º e último período letivo de 2022 no dia 12/09, daí a importância de repensarmos juntos as estratégias pedagógicas definidas pela escola e os hábitos de estudos dos nossos alunos, visando é claro, a individualidade, o crescimento de cada um e o fechamento produtivo do ano escolar.


Assim, com a finalidade de organizar uma agenda de ESTUDOS ORIENTADOS (EO) ajustada para esse fim entregaremos semanalmente em formato impresso e também digital pela plataforma PLURALL (opção mensagens - canal de comunicação escolar) o CRONOGRAMA DE ESTUDOS E O CADERNO DE ERROS produzido com os professores e direcionados aos alunos do 6º ano do Fundamental II à 3ª série do Ensino Médio.


Cada EO (Estudo Orientado) gera um relatório digital na plataforma PLURALL com evidências de dados que traduzem o rendimento do aluno nessas tarefas.


Já o Caderno de Erros permite ao aluno registrar a questão respondida erradamente e também a possível causa do erro. No verso da folha do caderno de erros você encontrara o cronograma de estudos para o devido planejamento semanal.


As instruções e o passo a passo de utilização desses recursos serão continuadamente trabalhados com os alunos por toda nossa equipe pedagógica.


Todas as demais tarefas e atividades já praticadas pela escola seguirão as orientações de praxe dadas por cada disciplina.


ABRA O APLICATIVO PLURALL OPÇÃO MENSAGENS (canal de comunicação escolar) E VEJA AS ORIENTAÇÕES COMPLEMENTARES.

     

    • CRONOGRAMA DE ESTUDOS

     

    • (RE)PENSANDO O HÁBITO DE ESTUDO

      Por que utilizar o CADERNO DE ERROS

      (Re) Pensando o hábito de estudo

    • A possibilidade de enviar a resposta de uma questão do estudo orientado (chamado de “parada complementar” no livro impresso) pela plataforma Plurall tem como importante vantagem a condição de imediatamente após o envio da resposta o aluno receber o gabarito comentado da questão permitindo a constatação do acerto ou do erro da questão.
      Com o erro o aluno pode refazer a questão e lendo o gabarito comentado aprender com o seu erro tornando o seu aprendizado mais dinâmico e autônomo e só deixando o esclarecimento das dúvidas para o professor
      Com os relatórios produzidos pela plataformaPlurall as “evidências” do desempenho dos alunos ficam visíveis permitindo ao professor a alteração das estratégias de ensino, com estímulo e motivação para o aluno estudar em casa.
      Trata-se de atividade separada por áreas de conhecimento (Ciências Humanas, na segunda-feira. Ciências da Natureza, na terça-- feira, Códigos e Linguagens, na quarta-feira e Matemática na quinta-feira) com postagem semanal com5 questões novas por disciplina para todas as turmas do sexto ano a terceira série do EM
      Quando é necessário organizar os hábitos de estudodos filhos, às vezes os pais perdem a paciência, às vezes perdem o bom humor... Às vezes, são muito protetores e, de repente, eles próprios resolvem um exercício enquanto o filho ou filha finge certo interesse. Essa atitude, porém, em nada ajuda e, quando chegarema níveis mais avançados,  talvez ninguém mais seja capaz de resolver a equação de segundo grau. O trabalho, então, será imenso. O hábito de estudar pede, assim, que a família não assuma as lições de casa, mas que também não se ausente simplesmente. Pede que a família esteja presente,que seja um tipo de companhia, de incentivo e, eventualmente, de uma interlocução bem medida. Há, sim, envolvimento dos pais, mas é preciso encontrar mais um equilíbrio: entreajudar e colocar os limites para essa ajuda.
      Isso significa que o protagonismo deve ser sempre do estudante: ele tem que pensar por si, imaginar estratégias e, inclusive, cometer erros, porque, como bem sabemos, essa é parte muito importante do processo de aprendizagem. Esse protagonismo, além de ter evidentes benefícios cognitivos e acadêmicos, leva os alunos a alcançarem habilidades que são centrais, como a auto-suficiência, a capacidade de lidar com problemas e a organização do tempo.
      Uma primeira ajuda que os pais podem dar diz respeito à manutenção de uma rotina de estudos. Para que isso ocorra de maneira eficiente, é preciso perceber quanto tempo, depois da escola, seu(sua) filho(a) precisa para voltar a se concentrar. Despois, é necessário estabelecer blocos específicos de estudo, com tempos marcadose disciplinas já determinadas. Por fim, é necessário marcar também os períodos de descanso entre esses blocos – mas oaluno não deve grudar no celular, pois a mente não descansará tanto...
      O segundo cuidado diz respeito ao local onde o estudo é realizado. Há aquelas pessoas que rendem mais se estão isoladas (mas sem computadores conectados, né?). Já outras rendem muito mais se estiverem em um mesmo ambiente que outras pessoas da família: enquanto uns preparam o jantar, outros estão fazendo as tarefas escolares – todos juntos, naquele convívio gostoso que é o estar em família.Conforme os filhos vão ficando maiores, toda essa presença familiar vai diminuindo. Porém, é muito bom para os estudos, se a família se mantiver interessada com relação ao queacontecena escola. Os filhos crescem, mas ainda têm muito a aprender e ter perto de si a família certamente é uma soma positiva em meio a tantos cálculos, hipóteses e leituras.

     

    • OS BENEFÍCIOS DO ESTUDO INDIVIDUAL

    Além das aulas regulares, os alunos estão constantemente envolvidos em diversas atividades em grupo: compromissos pessoais, cursos extras, aulas de reforço etc. Todas essas atividades são extremamente importantes no processo de construção do saber. Porém, esse processo está completo somente se os alunos se dedicarem a atividades individuais de estudo.
    No início da formação escolar, a presença dos pais durante esse tipo de estudo é fundamental como elemento de apoio e de diálogo. Sem contar que é sempre muito gostoso fazer algo junto com eles... Aos poucos, no entanto, esse estudo tem que ir ganhando autonomia, para que outros potenciais sejam desenvolvidos.
    Um primeiro potencial é a autorregulação: a consciência sobre as próprias atitudes. Aqui, o aluno deve ser capaz de ter controle para ser capaz de dirigir o foco de sua atenção para a atividade a que se propõe. Além disso, deve ser sincero consigo mesmo, no sentido de assumir a responsabilidade quando não consegue esse autocontrole. Ao ser o responsável pelos próprio atos, desenvolve um importante compromisso: o da verdade consigo mesmo. Isso é central, porque trata-se da construção de um instrumento interno, que vai sendo afinado conforme a pessoa vai criando essa sinceridade com relação aos próprios atos. Por fim, ser sincero permite uma avaliação um pouco mais clara sobre as estratégias de estudo.
    Um segundo potencial diz respeito justamente a esse aspecto mais estrategista. Se o aluno consegue avaliar seus procedimentos de estudo, consegue vislumbrar o que precisa ser feito para avançar. Por exemplo: ao fazer uma determinada tarefa, percebeu que não entendia o conceito. Lembrou-se, então, que não tinha prestado atenção à aula. A partir disso, estabelece a melhor estratégia: a) tentar entender via material da escola; b) pedir a ajuda de um colega; c)perguntar ao professor; d) etc. Por fim, tenta, a partir da estratégia escolhida, resolver o problema.
    Além desses potenciais, existem todos os aspectos cognitivos envolvidos quando se estuda sozinho e que talvez sejam mais evidentes (como a organização, a memória, a aplicação de conceitos já vistos a novas situações etc.). Porém, a autorregulação, a sinceridade e a estratégia são, certamente, aspectos bem importantes que surgem quando o aluno tem, diante de si, a solidão do estudo individual – esse momento tão vital para que haja crescimento em vários aspectos do indivíduo.